sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Como é bom voar


Um alívio quando a gente enfrenta os medos – não de forma kamikaze.

Quando a gente enfrenta os medos de uma forma inteligente. Acendendo a luz.

Não é que o medo acabe. É que a gente fica maior que ele e o reconhece como proteção, não como impedimento. Como motivo de aprendizagem, não de recolhimento. Não de paralisia.

Aí, a gente pode experimentar a vida, mesmo que reste medo.

Ele não impede.



“E decidi que a vida logo me daria tudo se eu não deixasse que o medo me apagasse no escuro.” Tiê




“Há uma história persa sobre um jovem que escalou uma montanha; lá no topo havia uma caverna, e dentro dela, uma pérola de grande valor. Mas a pérola estava sob a pata de um dragão tão grande e tão ameaçador que ele não viu chance de pegá-la. Desgostoso, voltou à sua vida comum e sem grandes motivações. Casou-se, constituiu família, trabalhou e, depois, de velho, quando os filhos já haviam saído de casa, viu-se livre novamente e  pensou: ‘Antes de morrer, vou voltar à caverna para ver a pérola mais uma vez. Encontrou o caminho para a caverna, entrou e viu a pérola, linda como sempre. Lá estava ainda o dragão, mas tão encolhido que se reduzira a quase nada. Pôde, então, apanhar a pérola e levá-la. Havia lutado, sem perceber, contra o dragão, uma vida toda, através das coisas práticas da existência diária.”

(Extraído do livro She, de Robert Johnson, pág. 91)

Ajuste as velas, enfrente o medo e... voe!



3 comentários:

  1. Laurinha, querida.
    Muito bom este post. Enfrentar os medos tem sido um aprendizado. Amei a história persa, que é também de todos nós.

    Abraço.

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  2. Laurinhaaa! Volta de férias com um post novo pra gente? Pleaseeeeee!
    Bjux

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    Respostas
    1. Queridaaaaa...

      Vamos ver se é possível!... O tempo anda tão apertado...

      Beijão Zão!

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