sábado, 10 de setembro de 2011

A paz tem segredos?


Às vezes algo abala nossas estruturas, nos tira do chão, “como o vento de um tufão”.

Tira a nossa paz. Então, temos medo, insegurança.

O castelo de cartas rui. Mas podemos reconstruí-lo, revendo valores. É então que questionaremos o que é efetivamente importante para nós.

Reconstruído o castelo, sem que suspeitássemos vem novamente a paz. Diferente daquela de antes do processo... Estamos mais amadurecidos, agora.


Mas essa paz também é provisória. Porque, depois, o processo recomeça. 


A paz interior é construída com esforço, no cotidiano, minuto a minuto. A paz exterior também.

Para exemplificar, compartilho frases e experiências que demostram como esse processo acontece... 


Fique com a frase do psiquiatra Flávio Gikovate, que copiei de seu Twitter. Curta a música do Gil e pense em cada frase. E aprenda com as incríveis experiências de Ric Elias e de Jill Taylor, nos vídeos abaixo. Ainda bem que essas pessoas compartilham suas vivências conosco!


Grande abraço e muita paz (que vc mesmo construiu)!


“Cada nova idéia que nos penetra irá desorganizar nosso sistema de pensar e derrubá-lo como a um castelo de cartas. Reconstruí-lo é avançar!” @Flavio_Gikovate





Acompanhe Ric Elias contando as 3 coisas que descobriu quando seu avião caiu | Video do TED.com







Jill Bolte Taylor teve uma oportunidade de pesquisa incomum: ela sofreu um grave derrame, e observa enquanto suas funções de movimento, fala e autoconsciência entram em falência, uma a uma. Uma história incrível.







Retratar a paz 
Um rei queria adquirir para o seu palácio um quadro que representasse a paz. Para isso, convocou artistas de diversas partes do mundo e lançou um concurso por meio do qual seria escolhido o tal quadro e premiado o seu autor.
Logo começaram a chegar ao palácio quadros de todo tipo. Uns retratavam a paz através de lindas paisagens com jardins, praias e florestas; outros a representavam através de arco-íris, alvoradas e crepúsculos.
O rei analisou todos os quadros e parou diante de um que retratava uma forte tempestade com nuvens pesadas, redemoinhos de ventos e uma árvore arqueada abrigando, dentro de seu tronco, um pássaro que dormia tranquilamente.
Diante de todos os participantes do concurso, o rei declarou aquele quadro da tempestade o vencedor do concurso. Todos ficaram surpresos, e alguém protestou dizendo: 
- Mas... Majestade! Esse quadro parece ser o único que não retrata a paz!
Nesse momento o rei respondeu com toda a convicção: 
- O pássaro dorme tranqüilamente dentro do tronco apesar da tempestade lá fora. Esta é a maior paz que se pode ter: a paz interior. 
Paz não é a ausência de agitação no ambiente em que vivemos, mas o estado de tranqüilidade interior que cultivamos diante das tempestades da vida. 
Maria Salete A. Silva, Wilma Ruggeri, Jota Lima. Para que minha família se transforme. Título original: Mantenha sempre a calma. p.75. Campinas, SP: Verus Editora. 4ªed. 2003.


A paz não vem ao evitarmos os conflitos. Essa é a paz dos cemitérios e das águas paradas, que permitem a proliferação de moscas.

Paz é construção e vem com a maturidade, aprendendo-se a fazer escolhas.


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